Como já se era de esperar, após o final surpreendente da primeira temporada, Dexter, o investigador forense mais bacana do departamento de polícia de Miami volta com mais reviravoltas no seu segundo ano.
Comecei com minha febre em relação a séries no ano passado, e até aqui já vi algumas histórias legais. Sempre gostei do contexto de investigação e do drama psicológico envolvendo psicopatas. Dexter junta tudo isso com um bocado de humor inteligente, pelo menos pra mim.
Sua interpretação será lembrada por muitos e muitos anos.
Direção, roteiro e muitas outras coisas são cruciais na hora de conferir uma série, um filme, um documentário etc. Sempre que assisto um live-action, tento não me iludir com tantos termos técnicos, mesmo sabendo que tudo isso é importante pra que haja um produto final considerável.
Às vezes fico abobado ao terminar de ver um filme e nem perceber que era grande, ter um baixo orçamento, um ator consagrado e outras “coisinhas” que fazem do filme ser uma obra-prima. Dentre essas “coisinhas” existe um fator primordial: A interpretação.
Numa interpretação… Tudo pode acontecer! O fictício torna-se realidade, a fantasia é estimulada, a imaginação a sentir, vivenciar e até querer ser parte do cenário.
Por isso, escolhi cinco mestres que me fizeram acreditar no personagem e na estória.


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