Comecei com minha febre em relação a séries no ano passado, e até aqui já vi algumas histórias legais. Sempre gostei do contexto de investigação e do drama psicológico envolvendo psicopatas. Dexter junta tudo isso com um bocado de humor inteligente, pelo menos pra mim.
Dexter Morgan é um especialista forense da polícia de Miami, mais especificamente envolvendo cenas de crime com sangue, onde a partir disso, pode se encontrar pistas sobre o assasinato ou massacre em questão. Um especialista exemplar, Morgan é admirado por muitos ao seu redor, como sua irmã, Debra Morgan, também uma tira, Maria LaGuerta a tenente da DP onde Dexter mantém base, e também Rita, sua namorada.
A realidade é que Dexter seria na verdade um lobo vestido de ovelha. Enquanto se passa por um especialista realmente esperto, nas horas vagas ele faz investigações paralelas, limpando das ruas criminosos de uma maneira bem peculiar. Morgan é na verdade um serial killer, um policial assassino. Agindo como uma sombra e utilizando de conhecimentos extremamente avançados com relação à morte, Dexter mata somente pessoas que também são assasinos ou que fazem mal aos outros.
Tá, mas porque e como ele começou a fatiar criminosos, Senhor Jim?
Simples, nosso protagonista é um sociopata. E sociopatas são pessoas que devido a um distúrbio ou um grande trauma passado, desenvolvem certos desvios mentais, fazendo com que não se adaptem às regras sociais do que é certo ou errado. Na realidade, Dexter era filho adotivo de Harry, um policial já falecido. Harry o encontrou numa cena de massacre quando ainda era muito novo, todo banhado em sangue em meio à pedaços de corpos mutilados. O policial, penalizado pela situação do guri, o adota, e conforme o moleque cresce, Harry nota que ele é diferente, com tendências homicidas, então passa a educar os instintos do menino, o ensinando técnicas para controlar seu instinto assasino e entender as pessoas normais.
Durante a primeira temporada, Dexter se vê num fogo cruzado, pois um serial killer conhecido por Assasino do Caminhão de Gelo, começa fazer uma matança, tendo prostitutas como vítimas. É iniciado um jogo, entre o assassino e Dexter, numa disputa de habilidades, o protagonista tenta descobrir a real identidade do criminoso.
Com doze episódios de 40 minutos cada um, a série promete altas doses de adrenalina e tensão ao expectador. Atualmente , seguindo no seu 4º ano, Dexter realmente não deve deixar se passar por despercebido.



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março 9th, 2010 at 12:12
Taí um seriado que esta na minha lista de “verei um dia”.
Dexter e House, eu sei, estou em falta!
março 9th, 2010 at 15:39
@Romera
Com certeza não vai se arrepender Romera. Dexter é muito foda mesmo!
março 9th, 2010 at 17:20
Dexter está entre as minhas séries preferidas. O season finale desta temporada era o melhor de todos os tempos, na minha opinião, até ser superado pela própria série, na 4ª temporada.
Dica: leiam o livro Dexter: A Mão Esquerda de Deus (tradução bizarra para Darkly Dreaming Dexter), de onde veio a base da 1ª temporada. A base da história é a mesma, mas o final é diferente, e alguns personagens, como o Dexter e a LaGuerta, possuem personalidades diferentes da série. Já comprei o segundo livro, mas ainda não comecei a ler.
março 9th, 2010 at 17:29
Essa primeira temporada é mesmo fantástica. Te fisga na hora, por ser diferente de tudo que já vimos em séries, e absurdamente bem escrita. Um dos detalhes mais legais são os pensamentos do Dexter, muito divertido aquilo. Quem nunca passou por algo assim, conversando com alguém e “dizendo” algo mentalmente?
Parabéns pelo texto!
março 9th, 2010 at 17:40
Uma das melhores séries da atualidade na minha opinião.
Temporada Fantástica (sobe a Vinheta) com um final arrasador, só superado mesmo pelo final da 4ª Temporada da Série.
março 9th, 2010 at 19:43
A melhor temporada de Dexter!
Concordo com os demais, a quarta é surpreendente, mas a forma como toda a história é contada na primeira, a apresentação do personagem, e ele com uma visão muito mais sociopata que atualmente faz da 1º temporada uma ode aos grandes thrillers!
Excelente review, Jim!
E que venham as próximas
Abs
março 9th, 2010 at 22:32
Já tinha ouvido falar. Minha amiga Mayu vê e me contou. A parte dele matar assassinos e ser da polícia me lembrou o Raito (ou Light) de Death Note!
Vou ver! Abraço!
março 10th, 2010 at 08:10
@Flávia Santos
Realmente, só que em Death Note tem toda uma mitologia digna de animê, como os shinigamis (deuses da morte). No quesito de investigação, tanto com o L quanto com o Near, a história segue tensa pra caramba, com o Raito fazendo de tudo pra descobrir a verdadeira identidade de seus inimigos (ou não).
Death Note foi um dos animês mais bem feitos que eu vi, e também um dos mangás de maior sucesso no mundo. Só os live actions que são uma droga por não seguirem a trama original.